Alguém da família foi diagnosticado
Pai, mãe, irmão ou filho com o diagnóstico é o motivo mais comum de procura. Quando existe um caso confirmado, a investigação é recomendada mesmo sem sintoma nenhum.
Doença renal policística autossômica dominante, cistos renais, angiomiolipomas e outras doenças genéticas renais. Consultório no Jardim Paulista, em São Paulo.
Segunda opinião
Doença renal policística tem curso próprio, e a conduta varia conforme o estágio, a velocidade de progressão, o tamanho e o número de cistos, os exames de imagem e o histórico da família. Nem sempre a primeira orientação recebida é a única leitura possível.
É uma doença que poucos profissionais acompanham de perto. O consultório já recebeu paciente de outro estado exatamente por isso.
Já tem o diagnóstico e quer entender melhor o seu caso?
Agendar avaliaçãoQuem acompanha
A doença renal policística não é um tema que ele acompanha entre outros: é a doença que escolheu estudar. É doutorando na USP em doença renal cística, e o ambulatório especializado onde atuou por anos era dedicado às doenças císticas renais.
O vínculo com o hospital muda uma coisa prática para o paciente: o acompanhamento não termina na porta do consultório. Havendo internação no hospital onde ele atende, é o mesmo médico que já conhece o histórico que segue com você lá dentro.
O acompanhamento é com ele, do começo ao fim.
Agendar consultaQuando o diagnóstico é de família
A doença renal policística autossômica dominante é hereditária. É comum que mais de uma pessoa da mesma família tenha o diagnóstico, e por isso a consulta que começa com um paciente costuma terminar envolvendo irmãos, filhos e pais.
Pai, mãe, irmão ou filho com o diagnóstico é o motivo mais comum de procura. Quando existe um caso confirmado, a investigação é recomendada mesmo sem sintoma nenhum.
Cistos renais identificados em ultrassom ou tomografia pedidos por outro motivo, sem que ninguém tenha explicado o que fazer a partir dali.
Diferente da doença renal crônica, que aumenta com a idade, as doenças genéticas renais aparecem em um perfil mais jovem. É o que torna o acompanhamento precoce possível.
Se existe um caso na sua família, a consulta pode começar por você.
Agendar consultaDoenças acompanhadas
A maioria tem origem genética e costuma aparecer em mais de uma pessoa da mesma família.
A forma mais comum das doenças renais hereditárias. É a área em que ele é doutorando na USP, e a do ambulatório especializado onde atuou por anos.
Cistos identificados em ultrassom, tomografia ou ressonância, com ou sem diagnóstico definido até aqui.
Lesões renais de origem genética, que pedem acompanhamento por imagem ao longo do tempo.
Doenças císticas menos frequentes e demais condições renais de origem hereditária.
O acompanhamento envolve também o que vem junto com essas doenças: pressão arterial, função renal e cálculo renal.
Já tem o diagnóstico ou um exame de imagem que levantou a dúvida?
Agendar consultaO consultório
Recebe pacientes de qualquer bairro de São Paulo, de outras cidades e de outros estados.
Atendimento somente particular
De onde vêm os pacientes
Dúvidas frequentes
A doença é hereditária e é comum que mais de uma pessoa da mesma família tenha o diagnóstico. Quando existe um caso confirmado, a investigação é recomendada mesmo sem sintoma nenhum, porque a doença evolui em silêncio por muitos anos.
Não. A avaliação começa com o histórico familiar e os exames de imagem que você já tiver. A necessidade de investigação genética é definida caso a caso, na consulta.
Não necessariamente. Cistos renais isolados são achados comuns e nem sempre indicam doença hereditária. O que diferencia um quadro do outro é o número de cistos, a distribuição nos dois rins, a idade e o histórico da família.
Doença genética é acompanhamento de décadas, e a conduta muda conforme o estágio e a velocidade de progressão. Uma avaliação com quem estuda especificamente essa doença ajuda a entender em que ponto o quadro está e quais condutas existem a partir dali.
Sim. Leve também os exames antigos, inclusive as imagens anteriores. Em doenças císticas, comparar exames ao longo do tempo é parte central da avaliação.
Sim. O consultório recebe pacientes de outras cidades e de outros estados, principalmente para avaliação de casos já diagnosticados.
Ele integra o corpo clínico e o Núcleo de Nefrologia do Hospital Sírio-Libanês. Quando a internação acontece em hospital onde ele atende, o acompanhamento continua com o mesmo médico que já conhece o histórico. Nos demais casos, o seguimento é combinado antes.
Ficou alguma dúvida que não está aqui?
Perguntar no WhatsAppDoença renal policística e doenças císticas renais, no Jardim Paulista, em São Paulo.
Dr. Lucas Bastianelli · CRM-SP 162554